O único treinamento que te acompanha presencialmente na sua primeira instalação. Você não aprende e se vira — você aprende e a gente vai junto.
Não é projeção nem promessa. São obras entregues pela Fysol — todas aqui perto de você. Cada uma delas precisou de gente que soubesse montar.
Ele conta como chegou aqui. Mostra o que você vai fazer com a mão nos três dias. E faz a conta do preço com você. Sem música, sem palco — gravado no galpão, do jeito que a gente trabalha.
O cliente pergunta se você faz. Você diz que hoje está cheio, ou passa pra frente. O serviço existe, está na sua cidade, e vai pra quem sabe montar.
E não é que você não queira aprender. Não é que você não dê conta. É que o curso de solar sempre ficou em outra cidade. Custa mais do que o primeiro serviço paga. E acaba no dia em que a aula termina. Ninguém nunca conferiu um serviço seu antes de energizar — então a dúvida fica. E com o cliente olhando, ela fala mais alto do que o que você aprendeu.
As três coisas que travam quem chega aqui são sempre as mesmas.
Curso de solar é enrolação. Vídeo não faz ninguém instalador.
O online é a teoria, e ela é necessária — ler projeto executivo, entender o kit, saber o que a homologação na CEMIG exige de você em obra. Mas quem ensina a mão é a estação montada. Você vai fixar módulo, apertar no torque, crimpar MC4, fechar QGBT e comissionar com multímetro. Quem conduz é a equipe que faz isso toda semana. Não um professor que leu sobre.
É muito técnico. Não tenho estudo pra isso.
Se você já entende de fase, neutro, disjuntor e bitola, você tem a base. O que falta é ordem. Instalação fotovoltaica não se decora — se executa em sequência. E dentro da Fysol essa sequência tem nome e tem tela: chama Checklist de Obra, e é o que a equipe abre no celular antes de subir. Item por item, e o próximo só libera quando o anterior está feito.
É esse checklist que os três dias te ensinam a rodar. Você não sai daqui com o curso na cabeça, sai com o Checklist de Obra na mão. No terceiro dia tem avaliação prática individual: você sai de lá tendo feito, não tendo assistido.
Não tem mercado de solar aqui pra mim.
A Fysol montou mais de mil projetos nesta região. Cada um desses precisou de gente pra instalar.
E o que vem é maior. Carro elétrico puxa energia. Data center de inteligência artificial puxa energia. Bateria, automação, sistema autônomo — tudo isso é consumo subindo. E tudo isso precisa de gente que saiba mexer com energia onde ela é gerada. A solar não está acabando. Ela está no começo — e quem entrou cedo é quem já está sendo chamado hoje.
Quem termina o curso ganha destaque no hub de parceiros da Fysol. O hub é aberto a qualquer eletricista — quem se formou aqui aparece na frente. Não é promessa de emprego: é porta aberta, e você entra por ela com o nome em destaque.
Engenheiro de Energia pela UnB. Fundou a Fysol em 2015, quando o Brasil tinha menos de mil usinas. Hoje são mais de quatro milhões e meio. E os 1.000 projetos e 15 MW dele estão aqui — na sua região. É ele quem conduz os três dias. É ele quem assina o seu certificado, com registro no CREA.
Ensinar não é novidade pra ele. Toda a equipe técnica da Fysol foi formada dentro da empresa, do zero — nenhum instalador chegou pronto. Em onze anos, mais de 100 profissionais passaram pela mão dele. Foi gente contratada e treinada aqui dentro. Foi gente que ele capacitou fora. E foi aluno em sala de aula, na universidade. Ele ainda foi estudar empreendedorismo e gestão de pessoas em Harvard para fazer isso melhor.
Quinze megawatts não sobem sozinhos. Alguém teve que aprender a montar — e quem ensinou foi ele. Nos três dias, quem aprende é você.
O que é novo é isto aqui. O método nunca saiu de dentro da empresa. Até agora. Esta é a primeira turma que a Fysol abre pra fora — e é por isso que ela chama Turma 1.
Sete módulos gravados para estudar antes. Três dias montando com a mão depois. O online sozinho não forma instalador — e a prática sem a teoria também não.
É esta lista aqui. Você executa com a mão, e o responsável técnico olha:
Esta lista está aqui antes de você pagar. É ela que diz se você sai instalando. O certificado só diz quantas horas você cursou.
Não. O pré-requisito é você ter noção básica de elétrica. É o tipo de coisa que quem já trabalha na área tem. Ajudante de eletricista e técnico iniciante também entram. Quem nunca encostou num quadro consegue acompanhar. Mas, para trabalhar sozinho, vai precisar de mais base em elétrica depois.
Não em telhado de casa. A prática acontece em telhado didático — a cerca de 1,5 metro do chão, com os três tipos de cobertura. Você aprende o procedimento sem o risco de uma obra real. E com EPI.
Não é discurso de que "é barato". É a mão de obra que você passa a poder cobrar depois de saber montar.
Antes da conta, uma pergunta que só você responde: quantos serviços de solar você já passou pra frente?
Não precisa dizer pra ninguém. Só lembre. Cada um foi mão de obra que entrou no bolso de outra pessoa. Pelo menor serviço que aparece aqui, R$1.500, dois deles já dão R$3.000. É mais caro que a formação inteira. E você pagou isso à vista — sem parcelar, e sem sair com certificado nenhum.
O primeiro serviço paga. O segundo já é inteiro seu.
A formação você paga uma vez. Saber montar fica com você em toda obra que vier depois. E do segundo serviço em diante, os R$2.500 a R$5.000 não dividem com ninguém.
Valores de mão de obra: referência do Brasil Central (SINAPI e CONFEA).
São quatro estações de dez alunos. Com o Danilo, um instrutor sênior e um monitor. O número não estica por vontade — é o que cabe com você pondo a mão no equipamento.
As matrículas da Turma 1 abrem ao vivo, na terça, 11 de agosto, às 20h. O link chega no seu WhatsApp.
Turma 1 em Unaí, 11 a 13 de setembro. Vagas limitadas, e o primeiro módulo abre no dia em que você entra.
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